New Deal

Termo em inglês (“Novo Acordo”, em tradução literal) para chamar as reformas econômicas e sociais implementadas pelo Franklin D. Roosevelt, presidente dos Estados Unidos, eleito em 1933. Esse programa visava reverter a depressão econômica e a crise social provocadas pela grande crise de 1929. Os bons resultados alcançados levaram Roosevelt a ser reeleito em 1936 e a prosseguir com o New Deal até a Segunda Guerra Mundial.

Foram dois programas, o primeiro New Deal em 1933-1935, e o segundo em 1935-1938. As medidas tomadas foram, entre outras:

  • Investimento maciço em obras públicas: construção de usinas hidrelétricas, barragens, pontes, hospitais, escolas, aeroportos etc. Tais obras geraram milhões de novos empregos.
  • Destruição dos estoques de gêneros agrícolas, como algodão, trigo e milho, a fim de conter a queda de seus preços.
  • Controle sobre os preços e a produção, para evitar a superprodução na agricultura e na indústria.
  • Diminuição da jornada de trabalho, com o objetivo de abrir novos postos.
  • Fixação do salário mínimo, criação do seguro-desemprego e do seguro-aposentadoria (para os maiores de 65 anos).

Apesar dos esforços, a renda per capita, real, só recuperou seu nível de 1929 na década de 1940. Em 1941, a cifra de desempregados chegou a mais de cinco milhões.

Embora o New Deal não possa ser considerado como o programa que tirou os Estados Unidos da Depressão, foi importante para restaurar a confiança popular e a moral da nação.

O New Deal teve grande influência na política econômica e social adotada no Brasil por Getúlio Vargas (1930-1945), que admirava Franklin D. Roosevelt e vice-versa.

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