Renascimento

O Renascimento ou Renascença foi o período da Europa ocidental, durante os séculos XV e XVI, de grandes transformações que atingiram a cultura, as artes, a filosofia e as ciências, e marcaram a transição do feudalismo para o capitalismo. O ideal do humanismo foi o móvel desse progresso e tornou-se o próprio espírito do Renascimento.

O termo Renascença foi usado pela primeira vez pelo pintor Giorgio Vasari, por volta de 1550 para descrever um movimento literário e artístico, o Cinquecento (anos 1500), na Itália. É retomado no século XIX pelo historiador suíço Jacob Burckhardt no título de sua obra, Civilização da Renascença para designar a época histórica dos séculos XV e XVI.

O termo “renascimento” originou-se do fato desse período ter revivido (“renascido”) os ideais da cultura greco-romana. Mas essa é uma visão simplificadora da História já que, durante o período medieval, o interesse pelos autores clássicos nunca deixou de existir.

A historiografia atual não entende o Renascimento como uma ruptura com a Idade Média, mas associa-o à crise do feudalismo e ao surgimento do capitalismo na Europa ocidental no século XIV. O Renascimento, assim como o Humanismo e a Reforma foram expressões dessa crise. Há contudo, historiadores que contestam essa afirmação. Seja como for, o nome Renascimento consagrou-se pelo seu intenso florescimento cultural e científico que abriu uma nova maneira de ver o homem e o mundo.

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